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Plano de segurança para a prevenção do suic1dio

  • 7 de fev.
  • 2 min de leitura

 

O Plano de Segurança para a Prevenção do Suic1dio é uma ferramenta prática construída junto à pessoa em sofrimento para reduzir o risco suic1da e orientar o que fazer em momentos de crise. Ele organiza estratégias para reconhecer sinais de alerta, mobilizar recursos internos e externos e buscar ajuda adequada antes que o risco se intensifique.

O primeiro passo é reconhecer os sinais de alarme. A pessoa é convidada a identificar, com suas próprias palavras, quais pensamentos, emoções, comportamentos e sensações físicas costumam surgir quando entra em crise. Saber quais são seus “alertas” permite perceber quando é o momento de acionar o plano.

Em seguida, busca-se identificar estratégias internas de enfrentamento, ou seja, ações que a própria pessoa pode realizar para se acalmar e interromper a escalada de pensamentos suic1das. Atividades como ouvir música, tomar um banho quente ou interagir com um animal de estimação, ajudam a criar uma o enfrentamento para momentos difíceis.

Se essas estratégias não forem suficientes, o plano orienta a buscar contatos ou ambientes que ajudem a distrair a mente, como pessoas seguras ou lugares agradáveis. O foco aqui não é falar do sofrimento, mas reduzir o isolamento e a ruminação por meio da interação social.

Persistindo a crise, o quarto passo envolve pedir ajuda diretamente a amigos ou familiares de confiança, informando que se está em dificuldade e precisa de apoio. Ter nomes e telefones organizados facilita essa busca no momento de maior vulnerabilidade.

O quinto passo prevê o contato com profissionais de saúde e serviços institucionais, como equipes de saúde mental, serviços de urgência e linhas de apoio, garantindo que a pessoa saiba exatamente a quem recorrer em situações mais graves.

Por fim, o plano inclui tornar o ambiente mais seguro, reduzindo o acesso a meios letais e fortalecendo lembretes de razões para viver. Essa etapa é fundamental para ganhar tempo, proteger a pessoa e permitir que o cuidado aconteça.

O Plano de Segurança não elimina o sofrimento, mas amplia proteção, autonomia e possibilidades de cuidado em momentos críticos.


 
 
 

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Walter Miez

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