Liberdade e responsabilidade
Liberdade e responsabilidade não são opostos, tampouco aspectos que se anulam. Pelo contrário, são faces de um mesmo processo de amadurecimento e autonomia. Só podemos ser verdadeiramente livres quando somos capazes de sustentar as escolhas que fazemos, compreendendo seus efeitos em nós e nos outros. A liberdade sem responsabilidade vira um impulso cego, desconectado da realidade, que pode nos levar a ferir ou sermos feridos. Por outro lado, a responsabilidade sem liberdade s
O que é terapia breve?
A Terapia Breve é um processo de desenvolvimento humano baseado em princípios da organização, do tato, das estratégias e da objetividade voltados para uma demanda específica. O processo trabalha competências como: autoconhecimento e autodesenvolvimento; definição de metas e objetivos realistas; desenvolvimento e aprimoramento de habilidades e capacidades; flexibilidade; foco e resiliência; inteligência e controle emocional; melhoria na comunicação; planejamento estratégico; q
Lições para antes de morrer
Pessoas no leito de morte ou em cuidados paliativos costumam oferecer lições muito poderosas sobre a vida justamente porque, ao estarem diante do fim, enxergam com clareza o que realmente importa. Essas lições aparecem tanto na prática clínica de profissionais como Ana Claudia Quintana Arantes quanto em pesquisas como as de Bronnie Ware, enfermeira australiana que escreveu "Os 5 maiores arrependimentos antes de morrer" . Aqui estão algumas das principais lições que essas pess
Alcance do desejo
Alcançar um desejo costuma gerar mais angústia do que imaginamos. Durante boa parte da vida, somos educados para viver em estado de perseguição constante: perseguimos metas, expectativas, ideais e versões de nós mesmos que acreditamos serem a chave para a felicidade. Assim, quando finalmente nos aproximamos daquilo que almejamos, surge um estranhamento. O que fazer quando o que movia nossa busca se torna presente? Muitas vezes, associamos nossa insatisfação ao fato de ainda n


A morte é um dia que vale a pena viver
O livro A morte é um dia que vale a pena viver , da médica paliativista Ana Claudia Quintana Arantes, traz reflexões profundas sobre a vida, a morte e o cuidado com o outro. Ele é centrado na experiência da autora com pacientes terminais e no trabalho com cuidados paliativos. Lições importantes são partilhadas a partir das histórias desses pacientes: 1. Falar sobre a morte é falar sobre a vida A autora mostra que encarar a morte de frente nos ajuda a viver com mais consciênci


Alcançar o desejo
Alcançar um desejo costuma gerar mais angústia do que imaginamos. Durante boa parte da vida, somos educados para viver em estado de perseguição constante: perseguimos metas, expectativas, ideais e versões de nós mesmos que acreditamos serem a chave para a felicidade. Assim, quando finalmente nos aproximamos daquilo que almejamos, surge um estranhamento. O que fazer quando o que movia nossa busca se torna presente? Muitas vezes, associamos nossa insatisfação ao fato de ainda n


Tornar-se pai/mãe
Tornar-se pai ou mãe não é um projeto do dar, mas da dádiva, como disse Gregorio Duvivier. Não se trata de esperar algo em troca, mas de permitir que a experiência nos desloque de si e nos convoque à tarefa profunda de orientar e desenvolver outro ser humano que depende de nós para existir no mundo. Quando a parentalidade se transforma em propósito existencial, há algo de extremamente belo nisso: acompanhar o crescimento de alguém, oferecer cuidado, presença e direção. Mas ta


Autossabotagem
A autossabotagem não deve ser confundida com fragilidade. Fragilidade é um contexto, um estado que passa; já a autossabotagem é um ciclo que se instala e se repete mesmo quando o contexto já mudou. Muitas vezes usamos momentos difíceis como justificativa para não avançar, mas o que acontece quando esse cenário não está mais ali? Em vez de seguirmos adiante, repetimos padrões conhecidos, quase como se precisássemos deles para manter uma identidade, um lugar no mundo ou uma sen


O que é tabagismo?
A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta o tabagismo como a principal causa de morte evitável no mundo, resultando em mais de 10 mil mortes por dia. O tabagismo consiste no consumo de cigarros ou outros produtos de tabaco, cujo principal agente é a nicotina, substância que gera dependência física e psicológica. Na maioria das vezes, o hábito de fumar começa antes dos 18 anos e, por ser amplamente aceito socialmente, expõe também pessoas não fumantes aos riscos da fumaça am


Como dialogar sobre privilégio?
Ao discutir temas como opressão, hierarquia e direitos humanos, dois elementos se tornam fundamentais para que o diálogo não apenas aconteça, mas produza reflexão e transformação: a noção de privilégio e o exercício da empatia . Sem essas bases, qualquer debate corre o risco de se tornar um embate vazio, onde argumentos são repetidos, defesas são erguidas e nenhuma escuta real ocorre. Reconhecer privilégios não significa culpa ou vergonha, mas responsabilidade. Significa per








