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Lições para antes de morrer

  • Foto do escritor: Walter Miez
    Walter Miez
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura


Pessoas no leito de morte ou em cuidados paliativos costumam oferecer lições muito poderosas sobre a vida justamente porque, ao estarem diante do fim, enxergam com clareza o que realmente importa. Essas lições aparecem tanto na prática clínica de profissionais como Ana Claudia Quintana Arantes quanto em pesquisas como as de Bronnie Ware, enfermeira australiana que escreveu "Os 5 maiores arrependimentos antes de morrer".

Aqui estão algumas das principais lições que essas pessoas nos deixam:


1. Viva de acordo com a sua verdade, não a dos outros

Muitos morrem arrependidos por terem vivido conforme as expectativas da família, da sociedade ou da religião e não por aquilo que realmente desejavam ser ou fazer.


2. O tempo com quem se ama vale mais que qualquer sucesso

No fim da vida, ninguém lamenta não ter trabalhado mais. O que dói é não ter passado mais tempo com os filhos, com os amigos, com quem se ama.


3. Diga o que sente, enquanto há tempo

Guardar sentimentos, palavras de amor, perdões ou arrependimentos é fonte de grande sofrimento no leito de morte. A maior parte das pessoas deseja ter expressado mais suas emoções.


4. Relacionamentos são o que realmente importa

As conexões humanas, os vínculos de afeto, amizade, cuidado e amor, são o que as pessoas mais valorizam ao final da vida. Mesmo quem teve muito dinheiro ou prestígio percebe que isso é secundário diante da companhia de quem se ama.


5. Permita-se ser feliz mesmo nas pequenas coisas

Muitas pessoas relatam terem se privado da felicidade por medo, rigidez, culpa ou pelo desejo de parecerem “certas” ou “boas” para os outros. No fim, percebem que a vida podia ter sido mais leve.


6. O presente é tudo o que temos

Viver remoendo o passado ou ansioso pelo futuro faz a vida escorrer pelas mãos. Pacientes terminais costumam nos lembrar da importância de estar presente no agora.


7. Aceitar a finitude traz paz

Quem aceita a morte como parte da vida, em vez de negá-la ou temê-la, costuma encarar o fim com mais serenidade. Esse processo, às vezes, cura feridas antigas e ressignifica toda uma existência.


Essas lições, embora simples, tocam em profundidades que só a proximidade com a morte parece alcançar. Elas nos desafiam a viver com mais autenticidade, coragem e compaixão.


 
 
 

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Walter Miez

PSICÓLOGO CLÍNICO,
ANALISTA SOCIAL
& CONSULTOR
Telefone:

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E-mail:

waltermiez@gmail.com 

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