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Maleabilidade na relação

  • Foto do escritor: Walter Miez
    Walter Miez
  • 21 de out. de 2025
  • 1 min de leitura
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Relacionamentos saudáveis exigem equilíbrio entre as partes envolvidas. Quando estamos com alguém muito passivo, há o risco de que essa pessoa anule seus próprios desejos e opiniões para seguir o que o outro quer. Isso pode gerar uma relação aparentemente harmoniosa, mas profundamente desequilibrada. A ausência de posicionamento pode levar à frustração silenciosa e à perda da identidade individual, transformando o vínculo em algo unilateral, onde apenas um lado realmente escolhe, decide e conduz.


Por outro lado, relacionar-se com alguém muito dominante, no sentido de ser obstinado, controlador ou inflexível, também pode ser problemático. Nesse tipo de relação, o que importa é apenas o que essa pessoa pretende, acredita ou decide. A falta de abertura para o diálogo e a escuta faz com que o outro se sinta apagado ou constantemente em conflito, criando um ambiente de tensão e pouca colaboração afetiva. A rigidez, nesse caso, compromete a construção conjunta da relação.


Boas relações se sustentam na troca genuína, na escuta mútua e na capacidade de adaptação. Flexibilidade não significa abrir mão da própria essência, mas saber ceder, acolher e construir acordos. Ao mesmo tempo, é fundamental manter consistência nas opiniões e coerência na personalidade. Isso oferece segurança ao outro e reforça o respeito mútuo. Em um relacionamento saudável, há espaço para ambos se expressarem, se transformarem e crescerem juntos, sem que um se apague e sem que o outro domine por completo. O amor se fortalece quando há equilíbrio entre firmeza e flexibilidade.



 
 
 

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Walter Miez

PSICÓLOGO CLÍNICO,
ANALISTA SOCIAL
& CONSULTOR
Telefone:

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E-mail:

waltermiez@gmail.com 

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